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7 de fevereiro de 2008
Neste artigo irei apresentar o Adobe Flex, digamos que é uma ferramenta para se desenvolver sistemas web 2.0, e que substitui toda parte de HTML e Ajax de uma página Web. Lançado em 2004 pela Macromedia[*], certamente a ferramenta mais promissora para o desenvolvimento de aplicações voltadas para internet.
Há anos, as páginas da web possuíam somente texto e imagens. Com o aumento da velocidade de conexão e da tecnologia, páginas web já podem atingir o modelo de uma aplicação desktop.
Através do plugin do Flash, a Macromedia tornou possível transformar toda riqueza das aplicações desktop para a internet, essas aplicações são
chamadas de Aplicações Ricas para internet – Rich Internet Application
(RIA).
A idéia da RIA é simples. Fornecer numa única interface toda necessidade do usuário. Ou seja, propõe o fim de reloads, buscando toda informação no servidor e no banco de dados sem que a página tenha que ser recarregada.
Alguns benefícios:
• Pouca espera
• Pouca banda usada
• Pouco carregamento no servidor
• Menos erros
Tecnicamente falando, o desenvolvimento da aplicação pode ser feito com o Flex Builder 3.0, que oferece recursos completos através da IDE Eclipse.
O Adobe Flex não joga sozinho em um ambiente de produção: como o SWF gerado pelo Flex é baixado para o computador do cliente e fica em cache, outras tecnologias e linguagens devem interagir para que as operações e transações com o servidor possam ter efeito. Linguagens como Java, Ruby on Rails e PHP devem rodar do lado do servidor, e tecnologias de comunicação como o AMF (Action Message Format) e WebServices serão as responsáveis pela troca de informações entre o Flex e a linguagem em uso no servidor. Divisão em camadas, obedecendo ao modelo MVC (Model,View,Controller).
Para os apaixonados por tecnologia, está ai uma boa dica para estudo.
Mais informações sobre o Flex em http://flex.org/
[*] : No segundo semestre de 2005, num negócio de mais de 3 bilhões, a Adobe Systems adquiriu a Macromedia, Inc.
04/02/08
Vítor Hugo Silva – vitorhugo@celepino.com
Adobe Flex – Um novo caminho para aplicações Web.
Neste artigo irei apresentar o Adobe Flex, digamos que é uma ferramenta para se desenvolver sistemas web 2.0, e que substitui toda parte de HTML e Ajax de uma página Web. Lançado em 2004 pela Macromedia[*], certamente a ferramenta mais promissora para o desenvolvimento de aplicações voltadas para internet.
Há anos, as páginas da web possuíam somente texto e imagens. Com o aumento da velocidade de conexão e da tecnologia, páginas web já podem atingir o modelo de uma aplicação desktop.
Através do plugin do Flash, a Macromedia tornou possível transformar toda riqueza das aplicações desktop para a internet, essas aplicações são
chamadas de Aplicações Ricas para internet – Rich Internet Application
(RIA).
A idéia da RIA é simples. Fornecer numa única interface toda necessidade do usuário. Ou seja, propõe o fim de reloads, buscando toda informação no servidor e no banco de dados sem que a página tenha que ser recarregada.
Alguns benefícios:
• Pouca espera
• Pouca banda usada
• Pouco carregamento no servidor
• Menos erros
Tecnicamente falando, o desenvolvimento da aplicação pode ser feito com o Flex Builder 3.0, que oferece recursos completos através da IDE Eclipse.
O Adobe Flex não joga sozinho em um ambiente de produção: como o SWF gerado pelo Flex é baixado para o computador do cliente e fica em cache, outras tecnologias e linguagens devem interagir para que as operações e transações com o servidor possam ter efeito. Linguagens como Java, Ruby on Rails e PHP devem rodar do lado do servidor, e tecnologias de comunicação como o AMF (Action Message Format) e WebServices serão as responsáveis pela troca de informações entre o Flex e a linguagem em uso no servidor. Divisão em camadas, obedecendo ao modelo MVC (Model,View,Controller).
Para os apaixonados por tecnologia, está ai uma boa dica para estudo.
Mais informações sobre o Flex em http://flex.org/
[*] : No segundo semestre de 2005, num negócio de mais de 3 bilhões, a Adobe Systems adquiriu a Macromedia, Inc.
04/02/08
Vítor Hugo Silva – vitorhugo@celepino.com

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